Semana Interna de Prevenção de Acidentes no trabalho

24 mai
2010

Aconteceu de 17 a 24 de Maio a SIPAT da Gráfica Novo Mundo, esta semana tem como objetivo levar informações aos colaboradores sobre prevenção de acidentes no trabalho como também sobre doenças ocupacionais, é uma atividade obrigatória em cumprimento da legislação que rege a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes).

A SIPAT da Novo Mundo contou um palestrantes altamente profissionais da cidade de São Lourenço, os temas trabalhados este ano foram:

  • Estresse com o Dr. Celso Vilela Fernandes – Unimed Circuito das Águas
    Destacou a importância do estresse e da atividade física no nosso dia a dia.
  • “DST e Aids” com José Eduardo S. Pinto – Lumed
    Destacou sobre doenças sexualmente transmissíveis e o cuidado que devemos ter com nosso corpo.
  • Drogas – Capitão Paulo Márcio Jacinto de Assis – Polícia Militar
    Falou  ao nosso público sobre a importância da comunidade no combate as drogas, a polícia militar traz esta palestra para que haja uma mobilização dos cidadãos a fazer cada um a sua parte nesta luta mundial.
  • Primeiros Socorros – Dr. José Márcio Ferrer – Unimed Circuito das Águas
    Falou sobre primeiro socorros dando também uma aula prática nos ensinando como reagir mediante a uma vítima que precisa de nossa ajuda.
  • Saúde e Qualidade de vida – Cristiano Luiz Soares – Academia Fit 2
    Falou sobre ergonomia, postura no ambiente de trabalho, como evitar doenças ocupacionais e sobre atividade física como prevenção.

A Novo Mundo espera que cada um de seus colaboradores possam a cada dia mais promover saúde, pois a prevenção é a melhor solução.

Envio de arquivos “PDF”, e seus benefícios

24 mai
2010

Conceito: Sistema de publicação e distribuição eletrônica que tem o PDF (Portable Document Format) como seu formato prorietário).

Características do PDF:

  • Mantém a mesma diagramação do layout, fontes e cores que estavam no software de autoria;
  • Visualizador gratuito;
  • Independente de plataforma PC/MAC;
  • Mais completo, confi ável e previsível;
  • É menor que o arquivo nativo aberto e ou fechado, em média 10% do tamanho do arquivo nativo;
  • Pode ser enviado por e-mail ou FTP.

A secular história da impressão

17 mai
2010

A secular história da impressão foi muito marcada pela evolução, ora lenta, ora acelerada, dos equipamentos gráficos.

É a Johann Gensfleish Guntenberg (1397-1468), nascido na Móguncia (Alemanha), que se deve a criação do processo de impressão com caracteres móveis – “a tipografia”. Tanto o seu pai como seu tio eram funcionários da Casa da Moeda do arcebispo de Móguncia, onde provavelmente Johann aprendeu a arte da precisão em trabalhos de metal.

Em 1428, Gutenberg parte para Estrasburgo onde fez as primeiras tentativas de impressão com caracteres móveis e passou a divulgar a sua idéia. Nesta cidade teria, em 1442, impresso o primeiro exemplar na sua prensa original – um pedaço de papel com onze linhas.

Em 1448 volta para Mogúncia e em 1450 conhece Johann Fust, homem rico que lhe fizera um empréstimo de 800 ducados. Em troca exige-lhe a participação nos lucros da empresa que então formaram e denominaram “Das Werk der Buchei” (Fábrica de Livros). Pouco tempo depois, a sociedade ganha um novo sócio, Pedro Schoffer. Este descobriria o modo de fundir e fabricar caracteres, aliando o chumbo ao antimónio, devendo-se a ele também a criação de uma tinta composta de negro de fumo. Mas é a Gutenberg que a história atribui o mérito principal da invenção da imprensa, não só pela idéia dos tipos móveis mas também pelo aperfeiçoamento da prensa, que até então era utilizada para cunhar moedas, espremer uvas, fazer impressões em tecido e acetinar o papel.

Entre os primeiros impressos produzidos estão várias edições do “Donato” e bulas de indulgências concedidas pelo Papa Nicolau V. No início da década de 1450, Gutenberg iniciou a impressão da célebre Bíblia de quarenta e duas linhas (em duas colunas). Com cada letra composta à mão e com cada página laboriosamente colocada na impressora, tirada, seca e depois impressa no verso, parece quase impossível que alguém tivesse coragem para começar. Supõe-se que Gutenberg imprimia cerca de trezentas folhas por dia, utilizando seis impressoras. A Bíblia têm 641 páginas e pensa-se que foram produzidas cerca de trezentas cópias, das quais existem cerca de quarenta.

Os peritos reconhecem que a Bíblia foi impressa em dez partes, o que significa que Gutenberg deve ter possuído tipos suficientes para imprimir cerca de 130 páginas de cada vez.

Em 1455, depois de realizada esta impressão, a sociedade desfez-se por diferenças de interesses e direitos, suscitando-se entre Fust e Gutenberg tal dissidência, necessitando inclusive intervenção judicial. O resultado do julgamento determinou a compensação da dívida. Fust ficou com todo o negócio de Gutenberg: a impressora, os tipos e as Bíblias já completas. Nesse mesmo ano houve a publicação da “Bíblia de quarenta e duas linhas”.

A tipologia apresentou uma acentuada evolução apenas quatro séculos depois (final do séc. XIX) com a construção do prelo de Stanhope, o primeiro totalmente em ferro. Lord Charles Stanhope (1753-1816), filantropo inglês, concebeu por volta de 1795 um prelo para publicar as suas obras. As suas principais inovações foram a pressão regulável através de um alavanca, as calhas oleadas onde desliza o cofre e a capacidade, dada a sua força de pressão, de imprimir de uma vez só toda a superfície da forma. Devido a um contra-peso no braço (alavanca de pressão) regressava automaticamente à sua posição inicial.

Com estas melhorias no sistema de prensagem e na entintagem (feita manualmente com as chamadas “balas”), já era possível uma produção de 100 exemplares/hora. A sua difusão no restante continente europeu foi muito rápida. Depois de estar já há algum tempo a serviço do jornal inglês “Times”, chega à França em 1814. O escritor e também impressor Honoré de Balzac descreve ao longo das páginas do livro “Ilusões Perdidas”, editado em 1837, as transformações e conseqüências da importação para França deste tipo de prelo.

Fluxo digital de reprodução gráfica

17 mai
2010

Nos últimos anos, as tecnologias em várias fases do processo de impressão evoluíram, eliminando as manipulações tradicionais que consumiam tempo e mão-de-obra específica para cada etapa do processo. O fotógrafo utilizava laboratórios para obterem os originais, dependendo de fatores como temperatura, tempo de revelação, película utilizada, gastando material e em processo lento. Além disso, no começo desta evolução digital, os equipamentos eram caros, complexos e difíceis de operar.

Exigiam que comprassem todos os dispositivos necessários ao fluxo de trabalho como scanners, impressoras, fotocompositoras, softwares e hardwares, de um único fabricante, gerando o que chamamos de sistema fechado. A escolha ficava difícil já que uma impressora de determinado fabricante poderia apresentar melhores características que um outro que, por sua vez, possuía um hardware em melhores condições.

Hoje, há muitos fabricantes no mercado possibilitando a livre escolha, sistemas abertos em vários periféricos de diferentes marcas à disposição com total interface entre eles. Não há mais a necessidade de especialistas específicos, já que, por exemplo, pode-se obter fotografias com máquinas fotográficas digitais que, ao invés de produzir uma película, envia a imagem em meio digital diretamente ao computador em interface amigável. Ou ainda mesmo, utilizar imagens já prontas em CD-ROM ou DVD. Scanners “Flatbed” de alta qualidade, scanners cilíndricos, scanners de tambor, máquinas fotográficas digitais e sistemas de vídeo permitem capturar e manipular imaginar imagens com precisão e flexibilidade de controle, usando para retocar e modificar imagens o software Adobe Photoshop®. Resultados finais são produzidos em tempo curto, sem perdas de qualidade, muitas vezes, por um único indivíduo, que faz a captura da imagem, tratamento e correções, montagem e saída em filme, chapa ou direto na impressão.

O papel do designer também mudou dramaticamente.

Fotografias, ilustrações e texto existem agora em dados digitais, em vez de pedaços de filma e past-ups. São distribuídos os elementos numa página utilizando softwares de paginação e diagramação como Adobe PageMaker®, QuarXpress®. Ilustrações e desenhos também são criados diretamente no computador utilizando softwares como CorelDraw®, Adobe Illustrator® e Free- Hand®. E todos esses dados podem ser facilmente armazenados em disquetes, fitas magnéticas como syquest, zips, bernoulli e discos ópticos como CD, jazz ou no próprio Hard Disk do computador.

As fotocompositoras também mudaram. Agora, denominadas de Imagesetters, permitem produzir separações de cores em filme em alta velocidade e definição através dos RIPs (Raster Image Processor), que também estão presentes em impressoras para provas digitais, sistemas computer-to-plate, computer-to-press e computer-to-print, padronizando o processo e com resultados similares de retículas e cores.

O processo tradicional de impressão offset com uso de filmes também evoluiu. O aparecimento da tecnologia “film less” ou ainda a impressão digital, permitiu a manipulação de arquivos, obtendo diretamente do computador um impresso de alta qualidade, facilitando a impressão por demanda, sem a necessidade de filmes ou chapas, e acerto de máquina que consumia horas do impressor. Por enquanto, essa tecnologia torna-se econômica quando a tiragem está em torno de 5.000 unidades. Em futuro próximo, esta tecnologia terá mais vantagem que o sistema tradicional, permitindo maiores tiragens e em qualidade superior.

Com toda essa tecnologia, com o aparecimento de vários dispositivos de diferentes fabricantes, o que antes era assegurado quanto à fidelidade de cores quando trabalhavam-se com periféricos da mesma marca, agora deve ser gerenciado pelo usuário. Cada tipo de equipamento tem seu próprio espaço de cor, seu próprio alcance de cores, sua própria definição. Como uma imagem passa por várias fases até a impressão final cada dispositivo ao longo do trabalho introduz mudanças sutis em sua cor. Até mesmo monitores produzidos pelo mesmo fabricante, podem mostrar a mesma cor de maneiras diferentes. Também, existem efeitos de impressão criados com vernizes e tintas metálicas que não podem ser representados no DTP.

Contudo, já não temos aquela garantia de consistência de cor. É necessário então o gerenciamento de cores. Sem o gerenciamento de cores, não há nenhum controle das cores desde a entrada da imagem até a sua impressão final, já que muitas vezes um único operador participa de todo esse processo. O gerenciamento de cores é um assunto complexo, que vai desde conhecer a fabricação da tinta e papéis, de conhecer sistemas de impressão, conhecer os diversos equipamentos e suas limitações, assim como o modo como trabalham as cores.

SEJA BEM VINDO

17 mai
2010

É com alegria que desejamos aos nossos amigos boas vindas ao nosso blog, esta será uma nova ferramenta de contato onde poderemos dividir e trocar conhecimento dos mais variados temas e novidades do mercado gráfico.

Vocês poderão acompanhar nossos processos de desenvolvimento, visitas técnicas, cursos e palestras ministrados aos nossos colaboradores com o objetivo de treiná-los para prepará-los para desenvolver um excelente trabalho.

Queremos participar você do nosso dia a dia, do foco do nosso trabalho que é lhe atender bem e garantir qualidade em nossos impressos.

A Novo Mundo espera que este novo canal de comunicação nos aproxime ainda mais para que o nosso relacionamento seja fortalecido e nossa parceria cada vez mais solidificada.

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